O VERDADEIRO IMPACTO DO PETRÓLEO VENEZUELANO NAS MÃOS DOS EUA

Watch on YouTube ↗  |  January 12, 2026 at 23:01  |  21:29  |  Market Makers
Speakers
Ricardo Kazan — Gestor, Legacy Capital
José Rocha — CIO, Dhalia Capital

Summary

O vídeo discute o impacto geopolítico da Venezuela no mercado de petróleo e a tese de abundância energética. Ricardo Kazan, da Legacy Capital, vê excesso de oferta de 2 a 4 milhões de barris/dia e está vendido em petróleo, com preços podendo cair para US$40-50. José Rocha, da Dhalia Capital, defende que a abundância energética, a política pró-combustível e a tecnologia no xisto podem levar o petróleo a US$45-50, o que seria positivo para bolsas e para o Nasdaq. O debate conecta petróleo, inflação, juros e ativos de risco.

  • Venezuela tem grandes reservas e pode aumentar produção com retorno de empresas americanas.
  • Ricardo Kazan vê surplus global de 2-4 milhões de barris/dia e posição vendida em petróleo.
  • Preços de US$50 e US$40 pressionariam produtores high-cost dos EUA e a resposta da OPEP.
  • José Rocha destaca abundância energética, política pró-combustível e avanço tecnológico no xisto/NGL.
  • Petróleo mais baixo reduz inflação e juros, favorecendo ativos de risco e bolsas.
  • Energia barata somada à lei de Moore é vista como vento de cauda para o Nasdaq.
  • O vídeo cita Chevron como beneficiária da reabertura venezuelana.
  • O cenário é condicionado à ausência de choques geopolíticos.
Ideas
Ricardo Kazan Gestor, Legacy Capital 1:53
Chevron se beneficia da abertura venezuelana.
Com a aproximação entre EUA e Venezuela, empresas americanas devem voltar a explorar e negociar petróleo venezuelano. A Chevron, que já tem presença no país, tende a ser uma das principais beneficiadas por essa reabertura.
Ricardo Kazan Gestor, Legacy Capital 5:41
Petróleo em excesso de oferta; Legacy vendida.
O balanço global de petróleo deve apresentar excesso de oferta de 2 a 4 milhões de barris/dia, com a Venezuela voltando a produzir e os EUA elevando a oferta; a OPEP pode não defender o preço e deixar produtores high-cost cortarem produção. Isso pressionaria a curva para contango e derrubaria o petróleo para perto de US$40-50, especialmente WTI. A Legacy está vendida em petróleo.
José Rocha CIO, Dhalia Capital 11:32
Petróleo cai, juros caem, bolsas sobem.
Petróleo mais baixo reduz inflação, abre espaço para queda de juros e é positivo para ativos de risco e bolsas de forma geral. O custo de energia barato no mundo ajuda a bolsa, com juros mais baixos.
José Rocha CIO, Dhalia Capital 18:24
Abundância energética derruba petróleo no médio prazo.
O mundo caminha para abundância energética: produtores demonizados antes de 2022, choque da guerra, nova política pró-combustível (Trump, Carney), avanço tecnológico no xisto e NGL, além de Venezuela/Irã. Isso deve levar o petróleo para US$45-50 no médio prazo, fora choques geopolíticos.
José Rocha CIO, Dhalia Capital 18:50
Energia barata e Moore impulsionam Nasdaq.
A combinação de energia barata/abundância energética com a lei de Moore e a revolução tecnológica nos EUA cria o Fujiwar Effect, um vento de cauda de longo prazo para tecnologia e para o Nasdaq, que se beneficia de custos de energia menores e juros mais baixos.
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This Market Makers video, published January 12, 2026, features Ricardo Kazan, José Rocha discussing CVX, WTI, BNO, VT, QQQ. 5 trade ideas extracted by AI with direction and confidence scoring.

Speakers: Ricardo Kazan, José Rocha  · Tickers: CVX, WTI, BNO, VT, QQQ