A transição do modelo de assessoria comissionada para o modelo fee-based (FIBAS), confirmada pela projeção da XP de atingir 50% da base em fee-based em até 5 anos, deve impulsionar fortemente a indústria de ETFs no Brasil. Seguindo o histórico do mercado americano, o crescimento dos ETFs está atrelado ao avanço dos consultores fee-based, pois os profissionais deixam de priorizar produtos com alta comissão e passam a alocar em produtos passivos e mais baratos. Com o fee-based, os ETFs podem saltar de cerca de 1% para aproximadamente 10% de market share em 5 anos, beneficiando-se também da maior automatização e do uso de IA nas carteiras.