A Argentina está passando por um ajuste estrutural profundo com superávit fiscal, corte de gastos, câmbio estável e grande boom de exportações de energia e agricultura. O país acumula reservas, atrai investimentos maciços (US$ 100 bi em projetos) e tem potencial para se tornar investment grade até 2030. A população apoia o ajuste e a reeleição de Milei é provável. A dívida bruta é de apenas 40% do PIB contra 80% do Brasil. Isso cria uma tese de longo prazo muito positiva para os ativos argentinos.