Adolfo Sachsida compara os modelos econômicos de Bolsonaro e Lula, defendendo o modelo liderado pelo setor privado e criticando a opção estatal de Lula. Ele alerta que a política fiscal expansionista, sem possibilidade de novos aumentos de impostos, está pressionando juros e câmbio, com o mercado precificando maior risco de dívida.
- Sachsida contrasta o modelo de crescimento privado (Bolsonaro) com o modelo estatal (Lula).
- O governo Lula gastou mais e tributou mais nos primeiros anos, mas o Congresso passou a barrar aumentos de impostos.
- Sem conseguir elevar tributos, a dívida pública cresce rápido, gerando pressão sobre juros e expectativas.
- Sachsida afirma que a alta recente dos juros do Tesouro reflete a maior probabilidade de vitória de Lula em 2030.
- Ele critica agentes do mercado financeiro que apoiaram Lula por interesses pessoais ou de grupo.
- Defende a desestatização do crédito como medida infra legal para melhorar a alocação de recursos.
- Sugere que a falta de ajuste fiscal deve enfraquecer o real, com a pergunta retórica sobre posição em dólar.
- Acredita que a direita vencerá a próxima eleição e colocará o país nos trilhos.